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	<title>Diário de Palco</title>
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		<title>10 anos de Yankee Hotel Foxtrot, o disco mais importante da minha vida</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 13:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@pelogia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como você pode escolher um disco como o seu preferido, entre todos que já ouviu na vida? No meu caso, escolhi Yankee Hotel Foxtrot, do Wilco, pois é o álbum que mais me faz recordar de diferentes épocas da minha &#8230; <a href="http://diariodepalco.com.br/10-anos-yankee-hotel-foxtrot-wilco/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/04/YankeeHotelFoxtrot.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-813" title="YankeeHotelFoxtrot" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/04/YankeeHotelFoxtrot.jpg" alt="" width="600" height="600" /></a>Como você pode escolher um disco como o seu preferido, entre todos que já ouviu na vida? No meu caso, escolhi <em>Yankee Hotel Foxtrot</em>, do Wilco, pois é o álbum que mais me faz recordar de diferentes épocas da minha vida. E neste 23 de abril de 2012 ele está completando 10 anos.</p>
<p>Conheci esse disco por acaso – e só copiei porque gostava de uma música. Tinha ido ao Rio de Janeiro visitar o Leonardo Melamed, à época, guitarrista do Cinedisco. Copiei alguns CDs, mas só ouvi de verdade o Wilco. E <em>Jesus, Etc.</em> foi a música que não saiu da minha cabeça por algumas semanas. E só ela. Curioso é que não tenho quase nada de cristianismo na minha vida. Mas essa faixa é tão linda que tem horas que eu acho que Jesus ouve ela lá no céu e dá um sorriso.</p>
<p>Levei certo tempo para descobrir, as onze obras de <em>Yankee Hotel Foxtrot</em>. Depois de <em>Jesus</em>, ouvia <em>Heavy Metal Drummer</em>. Pulava para <em>I&#8217;m The Man Who Loves You</em>. Achei <em>War on War</em>. Até que, uma a uma, todas as músicas foram me conquistando.</p>
<div id="attachment_812" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/04/DSC03093.jpg"><img class="size-full wp-image-812" title="DSC03093" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/04/DSC03093.jpg" alt="Trecho de Im the man who loves you" width="576" height="324" /></a><p class="wp-caption-text">Trecho de I&#39;m The Man Who Loves You</p></div>
<p>Minhas histórias pessoais com ele passaram por namoradas, ressacas e momentos de tristeza. Até que a imagem perfeita que o <em>Yankee</em> forma na minha cabeça é a de um domingo nublado e solitário. Se estou em um momento desses, coloco as músicas e o dia fica maravilhoso. Continua triste, continua cinza – mas maravilhoso do jeito que está. E não me dá a menor vontade de que o clima mude.</p>
<p>Outro motivo pelo qual esse disco é assustadoramente lindo são as sensações que ele me passa. É incrível a sinceridade com a qual as músicas falam sobre mentiras, sobre estar errado, sobre se sentir na sarjeta, sobre explicar o amor. Fico surpreso até com a habilidade de Jeff Tweedy até em descrever a cena de alguém indo ao caixa eletrônico sacar dinheiro e comprar cigarros e uma coca-cola.</p>
<div id="attachment_814" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Wilco_AshesOfAmericanFlags.jpg"><img class=" wp-image-814" title="Wilco_AshesOfAmericanFlags" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Wilco_AshesOfAmericanFlags.jpg" alt="Trecho de Ashes of American Flags" width="576" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">Trecho de Ashes of American Flags</p></div>
<p>Quando descobri que podia comprar discos importados usados a um preçinho camarada na Amazon, o <em>Yankee Hotel Foxtrot</em> foi uma das minhas primeiras aquisições. E minutos antes de começar a escrever este texto, coloquei um fone de ouvido gigante, deixei a luz baixa e acompanhei o disco com o encarte na mão, sentindo detalhe por detalhe, as letras e cada instrumento caminhando entre o outro. As guitarras potentes sem tanto ruído, o teclado que aparece como que de surpresa no fundo, outros sons que eu sequer consigo saber como foram gravados. O Wilco tem a habilidade de transformar cenários tristes em sensações lindas.</p>
<p><a href="http://www.ew.com/ew/article/0,,232324~4~0~yankeehotelfoxtrot,00.html " target="_blank">Uma das resenhas</a> que saiu à época do lançamento termina com uma frase que diz muito sobre o agora: “The stuff that takes weeks to grow on you could be the stuff you&#8217;re still listening to 10 years later” &#8211; ou “A coisa que leva semanas para crescer em você pode ser a mesma que você ainda estará ouvindo 10 anos depois”. É verdade, eu ainda estou.</p>
<p><strong>História</strong><br />
São 10 anos do disco, mas só há alguns meses eu descobri uma parte importante da sua história, graças a um programa de uma rádio aqui de Buenos Aires. Já deveriamos completar 11 anos de <em>Yankee Hotel Foxtrot</em>, mas ele foi rechaçado pela Reprise Records, um selo da Time Warner em junho de 2001.</p>
<p>A banda entrou em negociação para adquirir os direitos do próprio álbum e deveria pagar US$50 mil por ele. Ao final, a Reprise mudou de ideia e resolveu liberar os direito de graça – ao que ouvi, para evitar discussões sobre a saída do Wilco da gravadora. No ano seguinte, após liberar o o disco em streaming na web, outras gravadoras se interessaram pelo álbum. Ao final, a Nonseuch Records, outro braço da mesma Warner que havia desdenhado o álbum, comprou os direitos para o lançamento. E venderam mais de meio milhão de cópias nos EUA.</p>
<p><center><iframe src="http://www.youtube.com/embed/0f4s427bx7c" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe></center></p>
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		<title>Quais velhas bandas nacionais você gostaria de assistir mais uma vez?</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 11:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@pelogia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma centena de bandas marcaram história na cena hardcore. Elas podem ter durado pouco tempo, ter feitos poucos shows, sofrido para fazer apenas um disco, mas te trazem mil lembranças quando você descobre aquele CD que estava perdido no fundo &#8230; <a href="http://diariodepalco.com.br/quais-velhas-bandas-nacionais-voce-gostaria-de-assistir-mais-uma-vez/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma centena de bandas marcaram história na cena hardcore. Elas podem ter durado pouco tempo, ter feitos poucos shows, sofrido para fazer apenas um disco, mas te trazem mil lembranças quando você descobre aquele CD que estava perdido no fundo do armário.</p>
<div id="attachment_800" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/04/entrevista-bil-30-jun-2007.jpg"><img class="size-full wp-image-800" title="entrevista bil 30 jun 2007" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/04/entrevista-bil-30-jun-2007.jpg" alt="Gabriel Zander, então vocalista do Noção de Nada, durante entrevista para Gustavo Pelogia, em junho de 2007, no Clube Outs, em São Paulo" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Gabriel Zander, então vocalista do Noção de Nada, durante entrevista para Gustavo Pelogia, em junho de 2007, no Clube Outs, em São Paulo</p></div>
<p>É sobre estas bandas que o <strong>Diário de Palco</strong> e o <strong><a href="http://www.besouros.net" target="_blank">Besouros.net</a></strong> falam nesta terceira edição do podcast – ainda sem nome – sobre música hardcore y otras cositas más, organizado por nós mesmos e gravado entre Buenos Aires e São Paulo. Sim, este é o terceiro programa, mas o primeiro a ser divulgado aqui no blog. Os dois anteriores estão <a href="http://www.besouros.net/site/?p=16251" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><center><iframe src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F43115914&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=false&amp;color=0d7400" frameborder="0" scrolling="no" width="100%" height="166"></iframe></center>Um pequeno resumo: há mais de seis meses, o editor deste blog, Fábio Besouro e Eduardo Zampolo teorizavam sobre gravar um podcast de música. Em março desde ano, enfim, o primeiro número saiu. E nesta terceira edição, recebemos nosso primeiro convidado: Rafael “Piu”, da Strada Produções, conta sobre o festival Back to 99, que levará dia 21 de abril ao Hangar 110 (São Paulo) um remember show do Rivets, Food 4 Life, Toy Shop, Middlename e Blenda, todas bandas que há muito encerraram suas atividades e “voltaram” somente para uma apresentação.</p>
<p>Se você gosta de Noção de Nada, A-OK, Overlife e Small Talk, se lembra de velhas “casas de shows” como Sub Jazz e Novo Aeon, aposto que irá se identificar com o terceiro episódio do nosso pod. Baixe, ouça, comente e relembre de suas velhas bandas preferidas!</p>
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		<title>O melhor desastre da história do Foo Fighters</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 19:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@pelogia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar de noite caótica, Foo Fighters fez mais um ótimo show na sua segunda noite em Buenos Aires&#160; A forte chuva tirou a grande maioria dos fãs do Foo Fighters das arquibancados do estádio do River Plate antes do show &#8230; <a href="http://diariodepalco.com.br/o-melhor-desastre-da-historia-do-foo-fighters/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FF0.jpg"><img class=" wp-image-774" title="Foo Fighters durante segundo show na Argentina. Veja mais fotos na página do Diário de Palco no Facebook" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FF0.jpg" alt="Foo Fighters durante segundo show na Argentina. Veja mais fotos na página do Diário de Palco no Facebook" width="580" height="376" /></a></center><center>Apesar de noite caótica, Foo Fighters fez mais um ótimo show na sua segunda noite em Buenos Aires</center>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif; color: #000000;">A forte chuva tirou a grande maioria dos fãs do Foo Fighters das arquibancados do estádio do River Plate antes do show começar. Parte da iluminação do palco queimou e o ricochete do som ameaçou estragar por completo a noite de milhares de argentinos (ou não) que esperaram 17 anos para a banda chegar aqui. Mas no final, o desastre só engrandeceu a noite. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif; color: #000000;">A segunda noite do Quilmes Rock 2012, cujo o headliner era o Foo Fighters, se salvou como que por magia. Uma tempestade atacou a cidade de Buenos Aires durante a apresentação do Arctic Monkeys, que terminou com parte da iluminação do palco queimada. Entre os shows, o público das arquibancadas superiores correu para o corredor, o da pista foi para a arquibancada coberta e o estádio parecia vazio (para o porte do evento).<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif; color: #000000;">Após mais de meia hora de espera e com toda a iluminação do estádio acesa, parecia que um anuncio de cancelamento poderia chegar. Porém o Foo Fighters ignorou essa possibilidade quando, às 21h30, iniciou seu segundo show na Argentina com <em>All My Life</em>. Ao mesmo tempo, alguém gritou a todos no corredor da arquibancada mais afetada com o mau tempo: “<em>abriran el campo!</em>”.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif; color: #000000;">Desapareceu todo o mal humor de quem já havia tomado um banho ou estava se preparando para ver Dave, Nate, Taylor, Pat, Chris pequenininhos e sem a menor qualidade de som. Centenas de pessoas desceram os seis andares de escadas entre a plateia superior e correram para o gramado. Sem explicação, a chuva também resolveu ir embora no finalzinho de <em>Times Like These</em>, a segunda música do show.</span></p>
<p><center><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FF1.jpg"><img title="FF1" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FF1.jpg" alt="" width="580" height="326" /></a><br />
Foo Fighters tocou com iluminação reduzida. Veja mais fotos na página do <a href="http://www.facebook.com/diariodepalco" target="_blank">Diário de Palco no Facebook</a></center>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif; color: #000000;">Desde o show no Chile, no domingo (1), os comentários sobre a situação da voz de Dave Grohl não param de pipocar na web. E eles são verdade: apesar de gritar e gritar, mesmo entre o intervalo das músicas, simplesmente para animar os fãs (ou talvez para tentar afirmar que se sentia bem), a voz dele falhou em diversos momentos, em ambos os shows.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif; color: #000000;">Em <em>Best Of You</em>, por exemplo, houve uma falha feia logo no começo. Só que o público ignorou o problema do ídolo. Nesta música, o trecho do “<em>ooo</em>” foi lindo nas duas noites, com a banda muda e só o coro do estádio, além de palmas. Outro maravilhoso momento da noite foi quando Dave atendeu o pedido do público e assimiu as baterias em <em>Cold Day In The Sun</em>, que foi composta e é cantada pelo baterista Taylor Hawkings. Ele assimiu a frente do palco, enquanto Dave voltou ao instrumento que o fez famoso com o Nirvana, levando os fãs ao delírio.</span></p>
<p><center><iframe src="http://www.youtube.com/embed/pP4T-sdMQN0" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Vz3tgx70X4c" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe></center><span style="font-family: Arial,sans-serif; color: #000000;">Aos que decidiram ir nos dois concertos nas terras portenhas, mais uma bela surpresa: além da sequencia, os sets também foram diferentes. Na terça (3), a noite teve <em>Bridge Burning, Let It Die, I Should Have Known</em> e <em>Wheels</em> (só guitarra e voz). Na quarta (4) tocaram <em>Long Road to Ruin, Generator, Hey, Johnny Park!, Enough Space</em> e <em>For All the Cows</em>.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif; color: #000000;">Deixando de lado o esquema padrão do show, Dave deu explicações sobre a noite caótica: revelou que momentos antes de subir ao palco algumas luzes do palco queimaram e por isso ele próprio pediu para que fossem acesas as que rodeavam todo o estádio. “Assim é melhor, pois posso ver cada um de vocês”, disse, num discurso clichê. Suas últimas palavras também pareciam ter sido destinadas aos que até o início do show estavam sem a possibilidade de sequer ver o palco da plateia geral ao fundo do estádio, mas que terminaram toda a noite no gramado e mais próximos do ídolo: “esse foi o melhor desastre da história do Foo Fighters”, completou Dave.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif; color: #000000;">Ambas as noites terminaram com dezenas de “fuckings” entre cada palavra de Dave, seja quando engrandeceu a noite, o público ou sua própria banda. Nos dois shows Joan Jett foi convidada para executar <em>Bad Reputation</em> durante o bis e a explosão final veio com <em>Everlong</em>, completando o set com mais de 25 musicas e duas horas e meia.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif; color: #000000;"><strong>Ingressos e merchandising</strong></span><br />
<span style="color: #000000;">Ingressos de campo ($450) ou na plateia geral ($180), no fundo/parte alta do estádio tinham praticamente o mesmo valor. Na primeira noite, o público do fundo foi encaminhado para a arquibancada média, a qual tinha uma rampa com livre acesso para ir e voltar do gramado; No dia seguinte, essa mesma plateia teve acesso ao campo ao início do show do Foo Fighters. Ou seja, deu no mesmo comprar um ou outro ingresso para quem foi ver apenas a atração principal do festival.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif; color: #000000;">À efeito de comparação aos que vão no Loolapalooza Brasil: as camisetas do merch oficial da turnê estavam ao preço de $100 (cerca de R$40), um valor surpreendente justo. Os discos da banda estavam todos à $35 (ou R$15), exceto o mais recente, Wasting Light ($40 ou R$18). O DVD Back &amp; Forth custava $70 (ou R$30).</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif; color: #000000;">Os ingressos também custaram uma bagatela aos que decidiram ir na Plateia Sivori ($180). Em ambos os dias foi possível descer ao gramado. Quem os comprou em dezembro, quando se iniciaram as vendas, se deram mal: no final de janeiro uma promoção vendia ingressos de campo para os dois dias por $650 (antes, apenas um custava $450) e clientes locais de um cartão de crédito pagaram apenas $550 (ou R$240).</span></p>
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		<title>Nosoyrock 2012: una comparación entre el hardcore argentino y brasileño</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 03:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@pelogia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por la primera vez en el Diário de Palco, escribiremos un reporte en español; Por favor no se moleste con los errores de un brasileño que estudia español y vive en Buenos Aires desde hace cuatro meses. Soy fanático de &#8230; <a href="http://diariodepalco.com.br/nosoyrock-2012-una-comparacion-entre-el-hardcore-argentino-y-brasileno/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por la primera vez en el <strong>Diário de Palco</strong>, escribiremos un reporte en español; Por favor no se moleste con los errores de un brasileño que estudia español y vive en Buenos Aires desde hace cuatro meses.</em></p>
<p>Soy fanático de Shaila ya hacen un par de años y ellos eran todo que conocia sobre el hardcore hecho en Argentina. Pero en el sabado (17) me fui al Nosoyrock, un festival que dicia reunir las principales bandas independientes de Argentina. Conoci más cuatro bandas y me puse a pensar cuales son las bandas &#8220;equivalentes&#8221; en Brasil: que tinen más o menos la misma fama y la misma sonoridad. Fue el camiño que encontré para no ser cliché, ya que fue la primera vez que asisti todos eses grupos.</p>
<p><strong>Deny</strong><br />
Llegué tarde al Groove y el primer grupo que vi fue Deny. Ellos tocan screamo, mesclando gritos muy fuertes y melodias muy leves. En Brasil esa fue una formula que se puso de moda en 2008/2009 y por cierto tiempo logro bien. Acá, me parece que Deny es muy querido: el publico cantaba fuerte las canciones, del inicio al final. Sueñan posers, pero son buenos en vivo.</p>
<p><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Deny_Nosoyrock2012.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-756" title="Deny_Nosoyrock2012" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Deny_Nosoyrock2012.jpg" alt="" width="580" height="265" /></a></p>
<p>Una banda a que los fanaticos de Deny iran gustan se llama Gloria. Ellos tubieron la oportunidad de ir más adelante, pero no lograrón: la banda firmo contracto con un sello discografico gigante y con el productor Rick Bonadio. Las canciones de su tercero disco se cambiaran para <a href="http://www.youtube.com/watch?v=XISHt_4lr0s&amp;feature=related" target="_blank">un lado mas pop</a> – hicieron versiones acusticas, gritaron menos y con eso lograran un suceso repentino, pero corto. En 2011 tocaran en el palco principal de la noche metalera en Rock in Rio, pero terminarón bucheados en medio a los fanes de Slipknot y Metallica. Se pusieron tan pop y tan adolescentes, que cuando estuvieron frente a frente con los fans reales del metal, pasaran mal. De todo modo, seguro que a los que gustan del Deny les gustaran Gloria – que ahora se volvió al independiente y con canciones más pesadas.</p>
<p><center><iframe src="http://www.youtube.com/embed/eSL6yToPPSU" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></center>&nbsp;</p>
<p><strong>Jordan<br />
</strong>Yo conocia Jordan por los stickers en las calles/puntos de colectivos de Buenos Aires. Nunca los habia escuchado y me impresionaran en vivo, aunque fuera su primer concierto en 2012. Hardcore melodico bien hecho. Suave en la voz y con peso en las guitarras, una musica bien &#8220;polida&#8221;. Seguro que voy a bajar sus canciones y escucharlas muchas veces más, además que en el encenario son muy felices y prenden la atención hasta de uno que no los conoces.</p>
<p><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Jordan_Nosoyrock2012.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-757" title="Jordan_Nosoyrock2012" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Jordan_Nosoyrock2012.jpg" alt="" width="580" height="390" /></a></p>
<p>Una banda de San Pablo a que los fanes de Jordan les pueden gustar muchos es el Hateen. La voz de Koala, el cantante de Hateen es más fuerte, pero los temas son parecidos y en ambos los casos las letras tratan de temas personales y sentimientos con cierta profundidad. Hateen ya tiene una larga historia [empezaron en 1994]. Cantarón en inglés hasta 2006, cuando sacarón su primer disco en portugués. Paso lo mismo que con Gloria: un suceso repentino y corto; Se quedaran encarcerados en un contracto con el mismo sello y productor de Gloria y no pudieron lanzar otro disco por años, hasta que en fines de 2011 sacarón <em>Obrigado Tempestade</em> [Gracias Tempestade], con temas sobre los años &#8220;encarcerados&#8221; y lograran hacer más conciertos por el pais.</p>
<p><center><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/UK1DYhlUZFo" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Gwbt67kECjE" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe></center></p>
<p><strong>Expulsados</strong><br />
Ademas de la comparación obvia con el estilo de los Ramones [tanto la musica, cuando el visual del cantante y del bajista, iguales a Joey y Dee Dee], logran bien ser un grupo del punk rock clasico de Nova York. No se los podia escuchar en perfeccion y el publico no parecia saber bien las canciones, pero cumplen bien lo que un grupo como ellos tiene que cumplir: canciones simples y directas. Aunque parezca muy simples hacerlo, hay muchas bandas que no lo hacen &#8211; no es el caso de los Expulsados.</p>
<p><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Expulsados_Nosoyrock2012.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-758" title="Expulsados_Nosoyrock2012" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Expulsados_Nosoyrock2012.jpg" alt="" width="580" height="302" /></a></p>
<p>En Brasil, muchas bandas podrían ser equiparadas con los Expulsados. Una das que más me gustan de llama Carbona. Los cariocas hacen musica rapidas y simples en el estilo bubblegum. Ya hicieran conciertos en EUA y Canada con Marky Ramone, así como Expulsados ya lo hizo en Argentina con el mismo musico.</p>
<p><center><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/FVQlYRAqVzw" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe></center><strong>Loqueros</strong><br />
Después del concierto, tube que escuchas muchas veces más las canciones de Loqueros para concluir con quien compararlos en Brasil. Ellos tienen temas en que la voz melodica de destaca, pero muchas de sus musicas son pesadas y con guitarras distorcionadas – natural para una banda con una carrera tan larga que tengas temas muy distintos. A los que gustan de los temas más fuertes, les indico uba banda de la provincia de Espirito Santo, Mukeka Di Rato.</p>
<p><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Loquero_Nosoyrock2012.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-759" title="Loquero_Nosoyrock2012" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Loquero_Nosoyrock2012.jpg" alt="" width="580" height="291" /></a></p>
<p>No imagino que Mukeka Di Rato pueda algun dia grabar un tema acustico que sea, como encontre de los Loqueros, pero las canciones más pesadas tienen una conexión. Mukeka Di Rato és una banda de tipos totalmente locos, a veces muy sarcásticos, a veces muy serios y tratan de temas politicos con una visión muy interesante.</p>
<p><center><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/GRI-qCdhDhg" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe></center>&nbsp;</p>
<p><strong>Shaila<br />
</strong>Soy fanático de Shaila desde que los vi en Brasil, en 2010. No voy a compararlos con Dead Fish una vez más, pues ya lo hice en otro post. Terminaran el Nosoyrock con un buen concierto, agradescendo todas las bandas y reprochando la parte del publico que no llevo los donativos pedidos [muchas veces ellos arrecadan alimentos para chicos carentes] y pidiendo que no se lo olviden en la proxima vez. Me parece bien que lo hagan, ademas de la canciones con protestos, también hagan algo más. Yo conosco solamente las canciones de Camiño a Idila y del DVD en vivo y me gustó que tocaran muchas canciones distintas del ultimo concierto que los vi, em deciembre, en Martinez.</p>
<p><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Shaila_Nosoyrock2012.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-760" title="Shaila_Nosoyrock2012" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Shaila_Nosoyrock2012.jpg" alt="" width="580" height="373" /></a></p>
<p>Otra banda que les gustan los fanaticos por Dead Fish y que seguro les gustaran los de Shaila és el Garage Fuzz. Quizas la banda de hardcore melodico más bien sucedida de Brasil, siguen con uma increible carrera con más de 20 años. Los temas son todos en inglés y con guitarras aun más melodicas que las de Shaila, pero son igual recopados y reconocidos.</p>
<p><center><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/E1eo8M2cyKo" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe><iframe src="http://www.youtube.com/embed/OvWZcrsl4kk" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe></center></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um videoclipe sobre os sonhos de se “viver de música”, por The Salad Maker</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 17:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@pelogia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[the salad maker]]></category>
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		<description><![CDATA[Conheci o The Salad Maker há alguns anos, logo quando a banda deixou Londres e voltou para São Paulo. Vi o clipe para a versão acústica de Bigger Than This e depois, por acaso, um dia assisti a banda em &#8230; <a href="http://diariodepalco.com.br/um-videoclipe-sobre-os-sonhos-de-se-viver-de-musica-por-the-salad-maker/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tsm2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-741" title="tsm2" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tsm2.png" alt="" width="539" height="300" /></a></p>
<p>Conheci o The Salad Maker há alguns anos, logo quando a banda deixou Londres e voltou para São Paulo. Vi o clipe para a versão acústica de Bigger Than This e depois, por acaso, um dia assisti a banda em uma noite de semana no Studio SP, com amigos do próprio Portal MTV. Mas foi com <em>Between Dreams</em>, lançado nesta terça (13) que banda me chamou mesmo a atenção.</p>
<p>Em ambos os contatos anteriores, achei o som deles interessante, mas nunca havia dado uma atenção especial. Até que há alguns dias recebi o novo clipe e dessa vez o The Salad Maker me deixou interessado ao ponto de valer um post no <strong>Diário de Palco</strong>.</p>
<p>O vídeo foi feito com apenas um plano: por cima. O personagem é o vocalista do grupo, Renato Vanzella, e a ideia foi que a visão de um anjo sobre ele e sua vida dividida entre a rotina de trabalhar e a busca pelo sonho de viver de música. Dezenas de cenários retratam um dia cotidiano, sempre filmados por cima. “Para qualquer pessoa que não desiste de seus sonhos, o bem, o desejo e a música prevalecem, por isso a representação do anjo em todo decorrer do clipe”, explica o baixista do grupo, Thiago Romano.</p>
<div id="attachment_742" class="wp-caption aligncenter" style="width: 553px"><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tsm1.jpg"><img class="size-full wp-image-742" title="A produção do material foi dirigida pelo duo João Unzer e Rodrigo de Castro, publicitários e artista, que atualmente trabalham na famosa agencia de publicidade DDB, em Nova York." src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tsm1.jpg" alt="A produção do material foi dirigida pelo duo João Unzer e Rodrigo de Castro, publicitários e artista, que atualmente trabalham na famosa agencia de publicidade DDB, em Nova York." width="543" height="305" /></a><p class="wp-caption-text">A produção do material foi dirigida pelo duo João Unzer e Rodrigo de Castro, publicitários e artista, que trabalham na famosa agencia de publicidade DDB, em Nova York.</p></div>
<p><em>Between Dreams</em> foi gravado parte em São Paulo e parte em São Bernardo do Campo, cidade natal da banda. &#8220;Alguns lugares, como a pizzaria e a festa, foram cedidos por grandes amigos para colaborar no ajuste do orçamento. Além de experimentos, tivemos muito trabalho com a construção das cenas e dinamismo de todo o clipe”, completa o baixista. A montagem ficou por conta do <a href="http://www.youtube.com/user/coleta1994" target="_blank">Coleta1994</a> que já fez trabalhos com outras bandas do underground nacional, como o finado Reffer e o Dead Fish, além de já ter participado de outras criações do <a href="http://www.thesaladmaker.com.br" target="_blank">The Salad Maker</a>.</p>
<p>Assista abaixo o clipe de <em>Between Dreams</em> e confira a letra no final do post:</p>
<p><center><iframe src="http://www.youtube.com/embed/t8hqyWO4VaM" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></center><strong><em>Between Dreams</em>, por The Salad Maker</strong></p>
<p>It&#8217;s gonna be another day, another long shift<br />
Fourteen hours of work keeps my dreams away<br />
It reminds me about the beginning of the century</p>
<p>The same job, the same sentences,<br />
the same uniform, the same places<br />
The same people, the same new people,<br />
the same old people, the same new old</p>
<p>People make it all the same<br />
And on and on and on&#8230;<br />
At the end of this day, the same things</p>
<p>Some drinks a wife beaters, the same things<br />
Some smokes spliffs, the same<br />
Someone on the white wine</p>
<p>This life is killing me<br />
Feeling sad, feeling far away<br />
Getting mad and lots of things to make<br />
No control just emotionless</p>
<p>Cause I remember the good times I used to have<br />
It&#8217;s been a hard knock life<br />
There&#8217;s a big angel and three little devils looking over my back<br />
It&#8217;s been a hard knock life</p>
<p>And the only thing I know<br />
I&#8217;ve got problems, I&#8217;ve got troubles, I&#8217;m so fucked up so<br />
All I wanna do is run away to a park and grab a seat just to cry</p>
<p>Than take the 25 bus at the crack of dawn to east London<br />
Drunks and pick pockets, listening to all languages<br />
Another wasted day not to follow my dreams<br />
But if one day I almost get there.<br />
Would you listen to me?<br />
Would you allow a foreigner to share your space?<br />
Even if I&#8217;d be good enough for you</p>
<p>It&#8217;s been a hard knock life<br />
(It&#8217;s been a hard knock)<br />
It&#8217;s been a hard knock life<br />
(It&#8217;s been a hard knock)<br />
There&#8217;s a big angel and three little<br />
devils looking over my back<br />
It&#8217;s been a hard knock life</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Assista e conheça a história por trás do curta-metragem Respira Até o Fim, do Madame Saatan</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 11:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@pelogia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[metal belém]]></category>
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		<description><![CDATA[Lançado em agosto do ano passado, Respira foi a primeira amostra de Peixe Homem, segundo álbum do Madame Saatan. Nesta terça-feira (6) a banda completou a saga com Até o Fim, transformando as duas produções em um curta-metragem. Porém, antes &#8230; <a href="http://diariodepalco.com.br/assista-e-conheca-a-historia-por-tras-do-curta-metragem-respira-ate-o-fim-do-madame-saatan/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Madame-Saatan-1.jpg"><img class="aligncenter wp-image-728" title="Curta-metragem de nove minutos foi gravado em três dias, em Belém" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Madame-Saatan-1.jpg" alt="" width="590" height="292" /></a></p>
<p>Lançado em agosto do ano passado, <em>Respira</em> foi a primeira amostra de <em>Peixe Homem</em>, segundo álbum do Madame Saatan. Nesta terça-feira (6) a banda completou a saga com <em>Até o Fim</em>, transformando as duas produções em um curta-metragem.</p>
<p>Porém, antes de falar do filme, preciso fazer um pequeno comentário: <em>Peixe Homem</em> é um puta disco. Sabe quando você é pego na primeira música, ouve incessantemente um CD e, de tanto ouvir, a cada hora descobre uma coisa nova? É como eu me senti ao ouvir Peixe Homem mais de dez vezes em dois dias.</p>
<p>Nesta semana, provávelmente eu vá retomar o vício: acabei de assistir o curta <em>Respira Até o Fim</em>, comandado pelo renomado diretor P.R. Brown e gravado no Parque dos Igarapés, nas ruas da Cidade Velha e nas Ruinias do Murucutu (uma antiga igreja abandonada no meio da mata), em Belém.</p>
<p>Com nove minutos, o vídeo resume a história do peixe homem. “Somos nós mesmos, que mudamos do nosso habitat natural em meio a Amazonia pra uma cidade grande, de concreto &#8211; mas que precisamos reoxigenar sempre. Respira apresenta de onde viemos Até o Fim mostra a adaptação ao novo. Tudo é um eterno ciclo.”, explica Bernie Walbenny, produtor da banda e do vídeo. Desde 2008 eles vivem em São Paulo.</p>
<p><strong>Produção</strong><br />
“Levamos um monte de “não” e ignorada na cara de diretores daqui, então decidi que eu mesmo ia fazer. Peguei muitas referencias do P. R. Brown, mas antes de começar, decidi entrar em contato para ver se ele topava. Ele pediu para ver o roteiro, as músicas e fomos afinando, até que ele aceitou”, relembra. O diretor já comandou clipes de bandas como Slipknot, Mötley Crüe, Marilyn Manson, My Chemical Romance, Avenged Sevenfold e muitas outras.</p>
<div id="attachment_729" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Madame-Saatan-2.jpg"><img class="size-full wp-image-729" title="Madame-Saatan-2" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Madame-Saatan-2.jpg" alt="" width="590" height="290" /></a><p class="wp-caption-text">Banda levou caminhão do corpo de bombeiros para simular chuva no vídeo</p></div>
<p>Os dois clipes foram gravados em três dias, em maio do ano passado. “Uma das coisas que aprendi com eles: são muito disciplinados e trabalham com um profissionalismo impressionante. Não tem essa de ficar enrolando porque foi uma parceria. Ele já ia filmando e montando, tava tudo na cabeça”, explica. Uma semana após as filmagens, a banda recebeu o vídeo de <em>Respira</em> e 20 dias depois a continuação, com a música <em>Até o Fim</em>.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/ZsWLZNgQ8p0" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p><strong>Curiosidades<br />
</strong><br />
-A banda precisou desviar o transito para simular uma área deserta nas ruas do Bairro Cidade Velha;</p>
<p>- Um carro do corpo de bombeiros foi até o local para “fazer chover” no set;</p>
<p>- As imagens foram gravadas em mais dois lugares: no Parque dos Igarapés (o rio) e nas Ruinas do Murucutu (uma igreja do século XVIII construída por Landi e destruida na Cabanagem, que atualmente está abandonada no meio da mata);</p>
<p>- Mais de 20 pessoas participaram da produção do vídeo, que teve apoio equipamentos e equipe da da TV Norte;</p>
<p>- A bateria foi queimada de verdade em em Respira. É uma Pinguim da década de 70 e foi “sacrificada” pelo baterista Ivan;</p>
<div id="attachment_731" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Madame-Saatan-3.jpg"><img class="size-full wp-image-731" title="O baterista Ivan colocou fogo e &quot;sacrificou&quot; uma bateria antiga durante as gravações" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Madame-Saatan-3.jpg" alt="O baterista Ivan colocou fogo e &quot;sacrificou&quot; uma bateria antiga durante as gravações" width="590" height="291" /></a><p class="wp-caption-text">Mais de 20 pessoas participaram da produção dos vídeos no Parque dos Igarapés</p></div>
<p>- Para economizar e viabilizar o projeto, o diretor P. R. Brown emitiu as passagens com suas próprias milhas de voo. Por acaso, o diretor de fotografoa, Jaron Presant, estava de férias no Brasil na mesma data;</p>
<p>- Após as gravações em Belém, P.R Brown e o Madame Saatan foram juntos ao show do Motley Crue, em São Paulo e a banda conheceu o vocalista Vince Neil durante a turnê.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ouça ao vivo o show do Morrissey em Buenos Aires</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Mar 2012 00:10:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@pelogia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Frequentemente eu falo alguma coisa sobre a Rock &#38; Pop, uma rádio argentina, no Twitter. Além de uma puta programação boa [onde o "pop" é mais tema de assuntos do que como gênero musical], eles costumam transmitir shows ao vivo. &#8230; <a href="http://diariodepalco.com.br/ouca-ao-vivo-o-show-do-morrissey-em-buenos-aires/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/morrissey_580px.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-719" title="morrissey_580px" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/03/morrissey_580px.jpg" alt="" width="580" height="384" /></a></p>
<p>Frequentemente eu falo alguma coisa sobre a <a href="http://www.fmrockandpop.com" target="_blank">Rock &amp; Pop</a>, uma rádio argentina, no <a href="http://www.twitter.com/pelogia" target="_blank">Twitter</a>. Além de uma puta programação boa [onde o "pop" é mais tema de assuntos do que como gênero musical], eles costumam transmitir shows ao vivo. Neste domingo (3) é a vez do Morrissey.</p>
<p>Por algumas vezes eu ouvi canções do Pearl Jam em La Plata – eles colocaram na programação e fizeram um especial com as músicas do último show deles aqui, em novembro de 2011, na mesma turnê que foi para o Brasil. No meu programa preferido da rádio, o <em>Gente Sexy</em> [entre 16h e 18h, de seguda a sexta], na semana passada eles conversaram sobre Wilco, uma das minhas bandas preferidas. A mescla de gêneros é muito boa. Eles têm até um programa dedicado exclusivamente ao metal argentino, nacionalistas que são.</p>
<p>Eu sempre escuto a rádio quando estou pela rua e amigos fizeram o teste do Brasil: dá para escutar toda a programação online. Então, <strong>para quem quiser ouvir o ex-lider dos Smiths antes dos shows no Brasil: <a href="http://www.fmrockandpop.com/articulos-novedades/3850-morrissey-en-rock-a-pop" target="_blank">acesse o site da rádio</a> neste domingo (3), às 21h [horário de Brasilia], e curta o Morrissey antes dos shows no Brasil</strong>, que começam dia 7, em Belo Horizonte. Faça o teste antes, eu precisei instalar o plugin do Windows Media Player no Firefox [o próprio navegador te da o caminho].</p>
<p>Outro tema interessante da passagem do Morrissey pela Argentina foi o anuncio feito por ele em Cordoba, onde fez um show na quinta-feira (1°). O cantor, que é britânico, declarou no show: “todo mundo sabe que as Ilhas Malvinas pertencem à Argentina”.</p>
<p>Explico: há alguns meses voltou a ser notícia a disputa da Argentina pelas Ilhas Malvinas, que atualmente são um território do Reino Unido. Morrissey inclusive falou “Malvinas Islands” e não “Falklands Islands”, que é o nome dado pelos britânicos. Este ano se completa 30 anos da guerra na ilha e a discussão em torno dos direitos do território é grande.</p>
<p>Se foi uma tática para ganhar moral com a plateia eu não sei, mas mostra mais uma vez o poder da música &#8211; Roger Waters, que começa uma turnê com nove shows em Buenos Aires na próxima semana, também defendeu a Argentina na disputa pelas Malvinas, em uma entrevista para um canal de TV no Chile.</p>
<p>Para deixar o post ainda mais argentino, deixo abaixo uma versão de <em>Reel Around Fountain, </em>dos Smiths, feita pelo Fun People.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/V1MqDgPP6Lc" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Chuva Negra – Sempre Verão</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 14:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@pelogia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[terapia]]></category>

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		<description><![CDATA[Após o ótimo Terapia, lançado no meio de 2010, o Chuva Negra apresenta três novas músicas no EP virtual Sempre Verão. Após um ano e meio de apresentações em diversos estados do país, a banda já deixa de lado o status &#8230; <a href="http://diariodepalco.com.br/chuva-negra-sempre-verao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Sempre-Verão-EP-capa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-709" title="Sempre Verão EP (capa)" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Sempre-Verão-EP-capa.jpg" alt="" width="599" height="599" /></a></p>
<p>Após o ótimo <em>Terapia</em>, lançado no meio de 2010, o Chuva Negra apresenta três novas músicas no EP virtual <em><a href="http://tramavirtual.uol.com.br/chuvanegrapunk" target="_blank">Sempre Verão</a>.</em> Após um ano e meio de apresentações em diversos estados do país, a banda já deixa de lado o status de &#8220;banda nova&#8221;, sendo apontada como uma das revelações da cena hardcore de 2011.</p>
<p>O disco abre com <em>1 a 1</em> e uma divertida batida eletrônica de algum jogo de vídeo-game [da era dos 8 ou 16 bits] serve de introdução para a música. Assim como foi com o Fullheart, antiga banda do vocalista Chinho, as frases marcantes estão presentes e uma provável está nesta música: “devo ter algum problema na cabeça. Por favor, doutor: me prescreva alguma coisa para eu não surtar” pode ser aquele trecho cantado em coro pelos fãs, que irão disputar um espaço próximo ao microfone nos shows.</p>
<p><em>Última Sessão</em> é um “tapinha” de música, se é que eu entendi e que você me entende. É a menos interessante das três. O disco fecha com a também curtinha <em>Eu Odeia Eu</em>. A música tem um riff interessante e trata sobre alguma confusa relação eu-e-você. O “extra” do final também chama mais a atenção: a mesma canção de <em>bits</em> da abertura do disco volta ao final, mas com as vozes dos integrantes da banda conversando no que parecem ser conversas captadas por acaso no estúdio.</p>
<p><em>Sempre Verão</em> é uma boa amostra do paulistaníssimo hardcore do Chuva Negra, mas não superam as músicas do álbum anterior – até porque, embora sejam distintas entre si, a sensação é de que as canções poderiam fazer parte do mesmo disco.</p>
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		<title>Zander, Fire Driven, Bullet Bane e Plastic Fire se unem em álbum de inéditas e covers</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 16:44:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@pelogia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você acompanha a cena hardcore de 2010 para cá, provavelmente ouviu falar de alguns destes nomes: Zander, Fire Driven, Bullet Bate e Plastic Fire. Estas quatro bandas se juntaram no split Chumbo, lançado na internet nesta segunda-feira (13) e &#8230; <a href="http://diariodepalco.com.br/zander-fire-driven-bullet-bane-e-plastic-fire-se-unem-em-album-de-ineditas-e-covers-conheca-a-historia-do-split-chumbo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/chumbo_logo_590px.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-681" title="chumbo_logo_590px" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/chumbo_logo_590px.jpg" alt="" width="590" height="295" /></a></p>
<p>Se você acompanha a cena hardcore de 2010 para cá, provavelmente ouviu falar de alguns destes nomes: Zander, Fire Driven, Bullet Bate e Plastic Fire. Estas quatro bandas se juntaram no split Chumbo,<a href="http://tramavirtual.uol.com.br/chumbo" target="_blank"> lançado na internet nesta segunda-feira (13)</a> e com uma turnê preparada para os quatro primeiros dia de março.</p>
<p>“Primeiro eu fiz uma brincadeira falando que deveríamos lançar um split chamado &#8220;Plastic Fire Driven&#8221; em vinil de 7 polegadas”, explica Cesar Carpanez, guitarrista do Fire Driven, unindo o nome de duas das bandas. A ideia não vingou, mas meses depois, mais um grupo se agregou na ideia. “Fiquei com vontade de chamar o Zander pra fazer um split também e por conta do destino, o Bil apareceu no Facebook uma noite uma hora ele me escreve: &#8220;”bicho, o que você acha de a gente fazer um split?” Eu cai pra trás porque eu ia fazer a mesma pergunta pra ele!”, relembra.</p>
<p>O Bullet Bane foi o quarto elemento a se agregar no split. Gabriel, vocalista do Zander, já havia gravado o mais recente álbum do Plastic Fire [<em>A Última Cidade Livre</em>] e mixado o EP do Fire Driven [<em>Growing Past These Lines</em>]. Daniel Avelar, guitarrista do Plastic Fire, também esteve na produção do primeiro show do Bullet Bane no Rio de Janeiro – ou seja, todas as bandas já se conheciam. “O que nos uniu mesmo foi a amizade e o desejo de fazer acontecer com as próprias mãos”, explica o próprio Daniel.</p>
<p>Ao todo são 12 músicas: cada banda gravou duas inéditas e uma versão surpresa. As paulistas Fire Driven e Bullet Bane, gravaram em São Paulo; E as cariocas Plastic Fire e Zander gravaram no Rio, no estúdio Superfuzz. As sessões aconteceram entre setembro e dezembro, quando chegaram ao estúdio carioca para a mixagem e masterização, feita pelo próprio Gabriel Zander, dono do estúdio e vocalista da banda de mesmo nome.</p>
<p><object width="100%" height="225" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fplaylists%2F1609036" /><embed width="100%" height="225" type="application/x-shockwave-flash" src="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fplaylists%2F1609036" allowscriptaccess="always" /></object> <a href="http://soundcloud.com/tenhomaisdiscosqueamigos/sets/split-chumbo">Split Chumbo</a> by <a href="http://soundcloud.com/tenhomaisdiscosqueamigos">tenhomaisdiscosqueamigos</a>. O disco completo em streaming e download está disponível <a href="http://tramavirtual.uol.com.br/chumbo" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong>Do it yourself</strong><br />
Esquecido há anos pela bandas independentes, o formato “split”, que reune um grupo de bandas no mesmo disco, costumeiramente traz junto a curiosidade por trás das versões. Neste caso, cada banda criou uma nova versão para uma música de outro artista do álbum. “É algo que praticamente não existe, exceto raríssimas exceções. Acho que esse split prova que não existe ninguém melhor que as próprias bandas pra tomar conta das suas próprias composições, artes de capa, forma de divulgação e shows”, analisa Cesar Carpanez. “Depois que o &#8220;querido&#8221; Rick Bonadio chupou tudo que pode da cena independente e cuspiu o caroço, o cenário nacional só piorou”, dispara.</p>
<p>As bandas sairão em turne entre os dias 1 e 4 de março, tocando no Rio, São Paulo, Santos e Curitiba, respectivamente. “Falando em show, quem deve organizar é a gente mesmo e ponto! &#8216;A gente&#8217; que eu diga é quem está envolvido de fato. O velho papo de não deixar que ninguém faça por você, do it youserlf, essas coisas básicas que infelizmente nem todo mundo consegue entender”, decreta Daniel, do Plastic Fire.</p>
<p><strong>Por quê ouvir? &#8211; Fire Driven</strong><br />
Escalamos os próprios musicos para argumentar um motivo para se escutar a banda da qual eles fizeram versões. A versão surpresa que o Zander fez do Fire Driven é da faixa <em>Procrastination</em>.</p>
<div id="attachment_682" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/fire_driven_590px.jpg"><img class=" wp-image-682" title="fire_driven_590px" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/fire_driven_590px.jpg" alt="" width="590" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">As músicas do primeiro EP do Fire Driven já haviam sido masterizadas e mixadas no estúdio Superfuzz, por Gabriel Zander, uma das cabeças do split</p></div>
<p>“Acho que as pessoas que gostam do Zander deveriam escutar Fire Driven porque eles indiretamente são uma grande influência pra gente. A pegada, os timbres e o som que eles fazem é exatamente o som que a gente sempre ouviu desde antes de montar o Zander. Bandas dos anos 90 como Seaweed [já fizemos cover deles inclusive], Screaming Trees, Nirvana, Farside, Samiam [também já fizemos covers], Helmet [fizemos cover na época do Noção de Nada], Sense Field, Shades Apart e outras. Se você não conhece nenhuma dessas bandas, basta escutar o Fire Driven para começar que já vai entender bastante de onde eles vem e consequentemente da onde a gente veio também”</p>
<p>Quanto a música a gente gosta de todas do CD deles, então ficamos pensando qual tocar. O Sanfoneiro simplesmente foi o primeiro a dizer: &#8220;po, a gente podia tocar aquela Procrastination, me amarro muito nessa&#8221; e a gente &#8220;claro, vamos mandar essa brasa!&#8221; e simplesmente foi isso.</p>
<p><strong>Por quê ouvir? – Bullet Bane</strong><br />
Daniel Avelar, do Plastic Fire, também deu argumentos para quem não conhece o Bullet Bane [que já se chamou Take Of The Healter e abriu uma série de shows gringos no Brasil].</p>
<div id="attachment_683" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/bullet_bane_590px.jpg"><img class=" wp-image-683" title="bullet_bane_590px" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/bullet_bane_590px.jpg" alt="" width="590" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Promessa do cenário hardcore, o Bullet Bane já abriu shows internacionais como No Fun At All, NOFX, A Wilhelm Scream e Millencolin, além de um disco lançado no Japão</p></div>
<p>“É umas das bandas mais legais da atualidade e uma das mais promissoras também. Lançaram seu 1º disco no final do ano passado que por sinal, ainda não saiu do meu mp3. Temos diversas influências em comum, o que facilita a afinidade entre as bandas e torna um prazer fazermos parte dessa nova geração que está vindo com tudo e sem pedir licença, meu amigo.</p>
<p>Sou amigos dos caras e acompanho o trabalho deles desdo comecinho. Um fato engraçado é que antes do Take Off The Halter ser criado, eu já conhecia o Victor [vocalista], e através de uma conversa no MSN passei para ele algumas coisas que eu estava escutando na época, como o Belvedere [banda de hardcore melódico canadense] que se tornou uma grande influência deles.</p>
<p>Escutamos todos juntos as músicas deles e a decisão sobre a versão foi bem rápida e unânime. <em>Seconds</em> é a segunda música do EP lançando em 09 e a mais &#8221;lenta&#8221; também. Aceleramos um pouco e mudamos algumas coisa para deixa-la com a nossa cara. O legal é que rolou um pequeno &#8216;pout-pourri&#8217; na parada! De introdução, usamos um pedaço de <em>The Parable Of Paul Tadpole</em> e no final da música usamos o começo de <em>We Took Off</em>.</p>
<p><strong>Por quê ouvir? – Zander<br />
</strong>Quem regravou o Zander para o split Chumbo foi o Fire Driven. Veja abaixo bons motivos para ouvir a banda carioca e como foi decidida a regravacao de <em>Todos os Dias</em>.</p>
<div id="attachment_688" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/zander_590px.jpg"><img class=" wp-image-688 " title="zander_590px" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/zander_590px.jpg" alt="" width="590" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Gabriel (primeiro a esquerda) teve a ideia de unir as bandas no mesmo álbum</p></div>
<p>Eu acho que as pessoas deveriam escutar o Zander primeiro porque eles são uma banda que realmente batalha por aquilo que acredita e fazem isso sem abrir as pernas ou abrir concessões. Eles tem o espírito da década de 90, onde as pessoas envolvidas com bandas, selos, zines e shows, faziam o que gostavam e primeiramente por amor e não por fama ou dinheiro. O que vem em primeiro lugar é sempre a paixão pela música no caso de uma banda como eles e isso hoje em dia meu amigo, está em falta, quase extinto neste cenário nacional e até mesmo internacional.</p>
<p>Sobre a opção de regravar a <em>Todos os Dias</em> a escolha final acabou ficando por conta do Zeek porque ele já tinha a idéia de traduzir a letra para o inglês e com essa música ficou mais fácil de encaixar. Meu voto inicial foi para a &#8220;Motim&#8221; e a Piti havia escolhido uma faixa de um lançamento anterior deles, mas acabamos acatando a decisão do Zeek pois ele disse que seria mais tranquilo e legal regravar essa. Na parte musical nós tentamos deixar ela um pouco mais pesada e talvez um pouco mais &#8220;hardcore&#8221;.</p>
<p><strong>Por quê ouvir? – Plastic Fire<br />
</strong>Para terminar, o guitarrista do Bullet Bane, Fernando Uehara, contou sobre a versão em inglês que a banda fez da musica A Ultima Cidade Livre e sobre a relação da sua banda com o Plastic Fire.</p>
<div id="attachment_691" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/plastic_fire_590px.jpg"><img class="size-full wp-image-691" title="plastic_fire_590px" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/plastic_fire_590px.jpg" alt="" width="590" height="391" /></a><p class="wp-caption-text">A primeira ideia do que se transformou no split Chumbo foi um vinil com as bandas Fire Driven e Plastic Fire (foto)</p></div>
<p>Quem curte o Bullet Bane vai curtir o som deles, porque as nossas influências são muito próximas, com linhas de guitarras muito bem trabalhadas, vozes agressivas e a batera e o baixo ali metendo bronca. São músicas pesadas, com muita técnica e com conteúdo.</p>
<p>A versão que nós fizemos do PF foi da música &#8221; A Ultima Cidade Livre&#8221;/ &#8220;The Last Free City&#8221;, que leva o nome do CD deles. A escolha dela foi unânime logo de cara, porque ela tem uma levada um pouco mais cadenciada com uma puta linha de voz, logo imaginamos como seria uma versão mais rápida e com vocal em inglês dessa musica.</p>
<p>Há partes que nós utilizamos alguns efeitos como o delay e o phase, para que aquela parte fosse uma vibe totalmente diferente da original, tentando mostrar o lado oposto, da música original. Tivemos que fazer algumas modificações na letra, pois a tradução literal de algumas expressões não faziam sentido e algumas não soavam tão bem no inglês.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Grandes Cliques: uma imagem genial de Gee Rocha, do Nx Zero, registrada por Cesar Ovalle</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 12:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@pelogia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há muito sou fã das fotos do Cesinha. Ele também escreve bem e, de vez em quando, dava uma passada pelo blog dele e acabava lendo vários posts em uma tacada só [está parado há algum tempo, mas vale a &#8230; <a href="http://diariodepalco.com.br/grandes-cliques-uma-imagem-genial-de-gee-rocha-registrada-por-cesar-ovalle/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito sou fã das fotos do Cesinha. Ele também escreve bem e, de vez em quando, dava uma passada pelo <a href="http://cesarovalle.wordpress.com/" target="_blank">blog dele</a> e acabava lendo vários posts em uma tacada só [está parado há algum tempo, mas vale a visita!]. Espero que você concorde comigo quando ver a imagem abaixo, clicada exatamente no dia 22 de fevereiro do ano passado e saiba a história por trás dela.</p>
<div id="attachment_671" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Nx_Gee_gota_Cesar_Ovalle.jpg"><img class=" wp-image-671" title="Nx_Gee_gota_Cesar_Ovalle" src="http://diariodepalco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Nx_Gee_gota_Cesar_Ovalle.jpg" alt="" width="590" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Gee Rocha, guitarrista do Nx Zero, durante show em Ribeirão Preto. Foto por Cesar Ovalle</p></div>
<p>Na real foi difícil escolher uma foto ou uma história, então resolvi pegar uma foto que eu já havia publicado, porém, que eu ainda não tinha contado como a fiz.</p>
<p>Essa foto eu fiz em um show de uma rádio de Ribeirão Preto, onde o Nx Zero tocou em fevereiro de 2011. O local era bem pequeno, não tinha como atravessar o palco, não havia corredor de segurança &#8220;habitável&#8221;, ou seja, tive que ficar o tempo inteiro do lado direito do palco [esquerdo para quem assistia], escondido atrás do side. Passei o show inteiro por ali, e isso significa que muita coisa diferente eu não poderia fazer. Então comecei a procurar assunto, a insistir mais no olhar do que em qualquer outra coisa, e foi assim que essa foto saiu.</p>
<p>Quando percebi que o Gee estava suando muito, vi que haviam algumas gotas escorrendo&#8230; foi aí que me preparei pra registrar o momento e não poderia errar. Sabe-se lá quando é que outra gota iria cair e sabe-se lá se eu iria conseguir enxergar isso. Então quando vi que ele abaixou a cabeça, fiquei só esperando a gota descer.</p>
<p>A foto tinha tudo pra dar errado, já que ele poderia se mexer bem na hora, poderia passar a mão pra tirar a gota, enfim, ou até mesmo eu poderia errar o clique na hora certa, mas, por sorte de tudo isso, ela foi feita e está aí!</p>
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